Sou um monstro que existe para traduzir a vida em palavras e mais nada, até chegar ao automatismo de suprimir a realidade a todos os sentimentos que não impressionam a máquina em que me transformo e que bem queria agora inutilizar. É tarde. É sempre tarde para mim.

O POBRE DE PEDIR, Raul Brandão, Chão de feira
10.00 euros

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